A fenação para a desidratação da forragem

O processo de fenação nada mais é que conservar forragem seca visando minimizar as perdas enquanto o alimento é estocado

Feno

Sylvio Lazzarini, autor do Livro AFE Estratégias para a Entressafra, explica aos produtores que o processo de fenação é importante para a conservação de pastagens, dado que é realizada uma desidratação e, com isso, elas acabam durando mais. Isso também ajuda a minimizar os prejuízos econômicos do produtor.

- O que é a fenação

O processo de fenação nada mais é que conservar forragem seca visando minimizar as perdas enquanto o alimento é estocado. Os fardos podem ser confeccionados em diferentes formas e tamanhos, assim como em diferentes densidades, de maneira que a umidade da forragem decresça durante sua exposição no campo, uma vez que a matéria fica exposta à ação de agentes ambientais que podem reduzir seus valores nutritivos e impedir sua conservação.

- Etapas envolvidas no processo de fenação

Assim, são vários os processos envolvidos no processo de fenação: implantação da cultura, aplicação de fertilizante, corte, revolvimento da forragem, enleiramento, enfardamento e armazenamento de fardos.

- Perdas durante o processo

Os tipos e tamanhos de equipamentos utilizados no processo de fenação podem causar perda de valor nutritivo, assim como as condições de armazenamento e logística. Quando há perdas, ocorre também prejuízo, devido ao alto custo da tecnologia utilizada para esse tipo de conservação de forragens.

- Vantagens da proteção das forragens armazenadas

Proteger e conservar adequadamente as forragens apresenta algumas vantagens, como: estocagem por longos períodos com pequenas alterações no valor nutritivo; diversas forrageiras podem ser utilizadas no processo; a produção e utilização pode ser para pequena ou grande escala; há atendimento das exigências nutricionais para diferentes categorias. 

-  Etapas da fenação

Num primeiro momento, a forragem é ceifada e espalhada no campo para secar, de maneira que a sua umidade é perdida e ocorre murchamento. A primeira etapa da secagem é rápida, envolvendo intensa perda de água. Porém, em seguida, há fechamento dos estômatos da planta, e elas passam a ser resistentes à desidratação.

Assim, tem-se a segunda fase, que é a de maior duração e envolve evaporação cuticular da água. A estrutura das folhas afetam a duração dessa fase de secagem, que depende da resistência cuticular.

Na fase final de secagem, a membrana celular perde sua permeabilidade seletiva, e então ocorre perda rápida de água. Essa fase final se inicia quando a planta atinge cerca de 45% de água, de maneira que as folhas são menos influenciadas pelo manejo e mais sensíveis às condições climáticas do que nas fases anteriores, principalmente à umidade relativa do ar.

 


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Fonte: Milk Point – milkpoint.com.br

por Renato Rodrigues

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