Técnicas de Produção de Mudas de Plantas Ornamentais

Com Dr. Ivar Wendling e Prof. Dr. Alcides Gatto

Neste livro são detalhados os métodos de produção de mudas (assexuado e sexuado), os cuidados necessários com o manejo no viveiro e outros procedimentos para a utilização adequada das técnicas e ferramentas de propagação disponíveis, o que irá refletir no sucesso ou não do futuro plantio em campo (jardins, pomares, arborização urbana, plantas em vasos).

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A propagação das plantas apresenta segredos e detalhes importantes que precisam ser conhecidos pelos interessados na área de produção de mudas

A qualidade das mudas produzidas depende muito da utilização adequada das inúmeras técnicas de propagação disponíveis, o que irá refletir no sucesso ou não do futuro plantio em campo (jardins, pomares, arborização urbana, plantas em vasos).

Neste livro, são detalhados os métodos de produção de mudas (assexuado e sexuado), os cuidados necessários com seu manejo no viveiro, e outros procedimentos para a utilização adequada das técnicas e ferramentas de propagação disponíveis.

Para melhor exemplificar o conteúdo desse livro, que contempla de forma objetiva e clara, a significativa parcela de conhecimentos técnicos sobre produção de mudas de plantas ornamentais, inserimos várias ilustrações para facilitar a compreensão, tanto teórica quanto prática, atingindo, assim, um público mais diverso.

Dr. Ivar Wendling

Filho de Paulo Wendling e Hedi Grasel Wendling, nasceu em 25 de janeiro de 1973, em Itapiranga, Estado de Santa Catarina. Em 1988, ingressou no Curso Técnico em Agropecuária, do Colégio Agrícola São José, Itapiranga, SC, tendo concluído o referido curso em 1990. A partir de 1989, passou a produzir, em seu próprio viveiro, mudas de plantas frutíferas e ornamentais, para doação e venda. Em 1992, ingressou no Curso de Engenharia Florestal, da Universidade Federal de Santa Maria, RS, graduando-se em janeiro de 1997.Em março de 1997, iniciou o Curso de Mestrado em Ciência Florestal, na área de Propagação de Plantas, da Universidade Federal de Viçosa, MG, concluindo as exigências em março de 1999.A partir de 1998, vem ministrando cursos técnicos nas áreas de viveiros e produção de mudas e técnicas de jardinagem, nos Estados de Minas Gerais e do Espírito Santo. Em março de 1999, iniciou o Curso de Doutorado em Ciência Florestal, da Universidade Federal de Viçosa, MG, na área de Propagação de Plantas. A partir de julho de 1999, começou a atuar como Assessor Técnico da Organização Não Governamental, Centro Mineiro para Conservação da Natureza (CMCN), na área de viveiros, produção de mudas e arborização. A partir de outubro de 2001 iniciou seu trabalho na Embrapa Florestas, como pesquisador, na área de silvicultura clonal e propagação de plantas.

Prof. Dr. Alcides Gatto

Engenheiro Florestal graduado pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) RS, em 1997. Possui Mestrado em Ciência Florestal (1999) e Doutorado em Solos e Nutrição de Plantas (2005) pela Universidade Federal de Viçosa (UFV) - MG. Tem experiência em consultoria e assessoria técnica na área ambiental. Atuou como instrutor de cursos pela Organização não Governamental Centro Mineiro para Conservação da Natureza (CMCN) - MG, no período de 1997 a 2004 e pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR) - MG, entre 2000 e 2004. Trabalhou como Analista Ambiental na coordenação de projetos socioambientais do Ministério do Meio Ambiente (MMA) - DF, no período de 2004 e 2010. Atualmente, é Professor Adjunto da Universidade de Brasília (UnB) - DF, alocado no Departamento de Engenharia Florestal, onde ministra disciplinas ligadas à ciência do solo no Curso de Graduação em Engenharia Florestal e no Programa de Pós-Graduação em Ciência Florestais, desenvolve também pesquisas na área de solos florestais, com ênfase no uso, manejo e conservação do solo e da água.

AS PRIMEIRAS PALAVRAS
1. CLASSIFICAÇÃO DAS PLANTAS
1.1. CLASSIFICAÇÃO QUANTO AO CICLO DE VIDA
1.2. CLASSIFICAÇÃO QUANTO AO GRUPO A QUE PERTENCEM
2. PRODUÇÃO SEXUADA DE MUDAS ORNAMENTAIS
2.1. SEMENTES DE PLANTAS
2.1.1. Escolha e obtenção das sementes
2.2. SELEÇÃO DE PLANTAS MATRIZES PARA COLETA DE SEMENTES
2.3. POLINIZAÇÃO EM PLANTAS
2.4. COLHEITA DOS FRUTOS E SEMENTES
2.5. SECAGEM DOS FRUTOS E SEMENTES
2.6. EXTRAÇÃO DAS SEMENTES DOS FRUTOS
2.7. BENEFICIAMENTO DAS SEMENTES
2.8. TRATAMENTO DAS SEMENTES
2.9. ARMAZENAMENTO DAS SEMENTES
2.10. DORMÊNCIA EM SEMENTES
2.10.1. Tipos de dormência
2.10.2. Tratamentos para quebra de dormência
2.11. TESTES DE GERMINAÇÃO OU VIABILIDADE
2.12. TÉCNICAS IMPORTANTES NA PRODUÇÃO SEXUADA DE MUDAS
2.12.1. Profundidade de semeadura
2.12.2. Processo de semeadura
2.12.3. Cobertura de sementes e canteiros
2.12.4. Densidade de semeadura
2.12.5. Repicagem
2.13. MÉTODOS DE PRODUÇÃO SEXUADA DE MUDAS
2.13.1. Semeadura em canteiros para plantio com raiz nua
2.13.2. Semeadura direta no local de plantio
2.13.3. Semeadura em canteiros para posterior repicagem em embalagens
2.13.4. Semeadura direta nos recipientes
2.14. CAUSAS DA GERMINAÇÃO IRREGULAR OU NÃO GERMINAÇÃO DE SEMENTES
3. PRODUÇÃO ASSEXUADA OU VEGETATIVA DE MUDAS ORNAMENTAIS
3.1. ESTAQUIA
3.1.1. Fatores importantes na propagação por estaquia
3.1.1.1. Seleção da planta matriz
3.1.1.2. Tratamentos nos ramos a coletar e na planta matriz
3.1.1.3. Época do ano para a estaquia
3.1.1.4. Tipos de estacas
3.1.1.4.1. Estaca foliar
3.1.1.4.2. Estaca radicular
3.1.1.4.3. Estaca caulinar
3.1.1.5. Coleta e transporte das brotações
3.1.1.6. Preparo das estacas caulinares
3.1.1.7. Desinfestação das estacas e dos equipamentos
3.1.1.8. Substratos para enraizamento
3.1.1.9. Tratamento com hormônios para enraizamento
3.1.1.10. Colocação das estacas no substrato
3.1.1.11. Temperatura no ambiente de enraizamento
3.1.1.12. Umidade
3.1.1.13. Luminosidade
3.1.1.14. Instalações necessárias para a estaquia
3.1.2. Medidas para aumentar o enraizamento em plantas
3.1.3. Vantagens e desvantagens da estaquia
3.1.3.1. Vantagens
3.1.3.2. Desvantagens
3.2. MINIESTAQUIA
3.2.1. O processo de miniestaquia
3.2.2. Vantagens e desvantagens da miniestaquia em relação à estaquia
3.2.2.1. Vantagens
3.2.2.2. Desvantagens
3.3. ENXERTIA
3.3.1. Fatores que afetam o êxito da enxertia
3.3.2. Obtenção e preparo do enxerto e porta-enxerto
3.3.3. Material utilizado na enxertia
3.3.4. Cuidados na enxertia
3.3.4.1. Antes da enxertia
3.3.4.2. Durante a enxertia
3.3.4.3. Após a enxertia
3.3.5. Principais métodos de enxertia
3.3.5.1. Enxertia por borbulhia ou enxerto de gema
3.3.5.2. Enxertia por garfagem ou enxerto de galho
3.3.5.3. Enxertia por encostia ou aproximação
3.3.6. Vantagens e desvantagens da enxertia
3.3.6.1. Vantagens
3.3.6.2. Desvantagens
3.4. MERGULHIA
3.4.1. Métodos de mergulhia
3.4.1.1. Mergulhia aérea ou alporquia
3.4.1.2. Mergulhia simples ou normal
3.4.1.3. Mergulhia invertida
3.4.1.4. Mergulhia contínua chinesa
3.4.1.5. Mergulhia contínua serpenteada
3.4.1.6. Mergulhia de cepa
3.4.2. Fatores que afetam o sucesso da mergulhia
3.4.3. Vantagens e desvantagens da mergulhia
3.4.3.1. Vantagens
3.4.3.2. Desvantagens
3.5. PRODUÇÃO DE MUDAS DE PLANTAS BULBOSAS
3.6. PRODUÇÃO DE MUDAS POR DIVISÃO DE TOUCEIRAS
3.7. PRODUÇÃO DE MUDAS POR DIVISÃO DE RIZOMAS
3.8. PRODUÇÃO DE MUDAS POR ESTOLHOS OU ESTOLÕES
3.9. PRODUÇÃO DE MUDAS POR ESPOROS
3.10. MICROPROPAGAÇÃO OU PROPAGAÇÃO IN VITRO
3.10.1. Meios de cultura
3.10.2. Fases de cultura ou estádios vegetativos
3.10.2.1. Fase 0 - Condicionamento das plantas matrizes
3.10.2.2. Fase I - Estabelecimento in vitro dos explantes
3.10.2.3. Fase II - Multiplicação
3.10.2.4. Fase III - Alongamento das brotações
3.10.2.5. Fase IV - Enraizamento das brotações
3.10.3. Laboratório
3.10.4. Micropropagação de orquídea
3.10.5. Vantagens e desvantagens da micropropagação
3.10.5.1. Vantagens
3.10.5.2. Desvantagens
4. TÉCNICAS DE MANEJO DE MUDAS
4.1. DESBASTE OU RALEIO
4.2. CONTROLE DE PLANTAS INVASORAS OU MONDAS
4.3. DANÇAS OU MOVIMENTAÇÃO DAS MUDAS
4.4. PODAS DE FORMAÇÃO
4.5. RUSTIFICAÇÃO
4.6. SELEÇÃO DAS MUDAS
4.7. PRINCIPAIS DOENÇAS EM MUDAS
4.7.1. Tombamento ou damping-off
4.7.2. Podridão das raízes
4.7.3. Amarelecimento ou clorose
4.7.4. Podridão de estacas
4.8. FATORES QUE FAVORECEM E PREVINEM A OCORRÊNCIA DE DOENÇAS EM VIVEIROS
4.9. PRINCIPAIS PRAGAS EM MUDAS
4.10. PROTEÇÃO CONTRA OS EFEITOS DAS GEADAS
4.11. EXPEDIÇÃO DAS MUDAS
4.12. CARACTERÍSTICAS DE QUALIDADE DAS MUDAS
GLOSSÁRIO DE TERMOS TÉCNICOS
PARA SABER MAIS
ANEXOS
Editora: Aprenda Fácil Editora
ISBN: 978-85-8366-078-1
Impressão: Capa colorida e figuras coloridas. Formato do livro: 16 x 23 cm.
Número de Páginas: 259

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