Produção Comercial de Rosas

Este livro é resultado de vários anos de pesquisa e acompanhamento da produção de rosas por produtores especializados e aborda, com detalhes, a produção de mudas de roseiras por estaquia e enxertia e a implantação do roseiral sob cultivo protegido, discutindo os principais fatores de produção, como solo/substrato, luz, temperatura e água. Ilustra e descreve as variedades mais cultivadas. Quanto aos tratos culturais, grande atenção é dada ao manejo e controle de doenças e pragas, bem como aos vários tipos de poda. O manejo pós-colheita é tratado com detalhes, descrevendo-se vários produtos germicidas, bem como sistemas de armazenamento que preservam a qualidade e aumentam a vida útil da flor cortada.

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A roseira sempre desempenhou papel de destaque entre as plantas ornamentais, sendo hoje uma das floríferas mais apreciadas do mundo. O cultivo de flores e plantas ornamentais como atividade econômica é uma realidade no Brasil, sendo a rosa a flor mais comercializada.


Este livro é resultado de vários anos de pesquisa e acompanhamento da produção de rosas por produtores especializados e aborda, com detalhes, a produção de mudas de roseiras por estaquia e enxertia e a implantação do roseiral sob cultivo protegido, discutindo os principais fatores de produção, como solo/substrato, luz, temperatura e água. Ilustra e descreve as variedades mais cultivadas. Quanto aos tratos culturais, grande atenção é dada ao manejo e controle de doenças e pragas, bem como aos vários tipos de poda. O manejo pós-colheita é tratado com detalhes, descrevendo-se vários produtos germicidas, bem como sistemas de armazenamento que preservam a qualidade e aumentam a vida útil da flor cortada.


Estudantes, produtores e empresários ligados à área de plantas ornamentais encontrarão neste livro informações que possibilitarão a produção de mudas de roseiras, bem como o cultivo de roseiral para a produção de flores com a qualidade que o mercado exige.

SUMÁRIO
CAPÍTULO 1 - ORIGEM, CLASSIFICAÇÃO E MERCADO
1.1. Origem e Classificação
1.2. Mercado

CAPÍTULO 2 - PRODUÇÃO DE MUDAS DE ROSEIRAS
2.1. Propagação Sexuada
2.2. Propagação Assexuada
2.2.1. Estaquia de Caule
2.2.1.1 Tipos de Estacas de Caule
2.3. Propagação da Roseira por Estaca de Caule
2.3.1. Plantas Matrizes
2.3.2. Coleta e Preparo das Estacas
2.3.3. Indução de Enraizamento
2.3.4. Enraizamento
2.3.5. Transplantio
2.4. Propagação da Roseira por Enxertia
2.4.1. Campo de matrizes de Porta-enxertos
2.4.2. Coleta, Armazenamento e Enraizamento de Estacas de Porta- Enxerto de Roseiras
2.4.3. Enxerto
2.4.4. Enxertia
2.4.4.1 Enxertia por borbulhia sob casca
2.4.4.2 Enxertia por Anelagem
2.4.5 Condução da Muda
2.4.6 Enxertia de Mesa
2.5 Sugestão de Padrão para Produção de Mudas de Roseira
2.6 Substratos e estruturas utilizados no enraizamento

CAPÍTULO 3 - PLANTIO E CONDUÇÃO DO ROSEIRAL PARA CORTE DE FLORES
3.1. Cultivo a Céu Aberto
3.2. Cultivo Protegido
3.2.1. Tipos de Casa de Vegetação
3.2.2. Tipos de Materiais Usados na Construção da Casa de Vegetação
3.2.3. Dimensões
3.3. Fatores Relacionados ao Plantio e à Condução da Roseira
3.3.1. Local
3.3.2. Solo
3.3.3. Temperatura
3.3.4. Luz
3.4. Plantio
3.4.1. Época
3.4.2. Preparo do solo e plantio
3.4.3. Formação da planta

CAPÍTULO 4 - TRATOS CULTURAIS
4.1 Irrigação
4.2 Capinas
4.3 Cobertura Morta
4.4 Desbrota Lateral
4.5. Pragas e seu Controle
4.5.1. Ácaro rajado -Tetranychus urticae
4.5.2. Pulgões: verde (apitophorus rosarum) e marrom (Macrosiphum rosae)
4.5.3. Tripes (Frankliniella spp.)
4.5.4. Cochonilhas (Aonidiella aurantii)
4.5.5. Besouros (Macrodactylus pumilio)
4.5.6. Lagarta
4.5.7. Abelha cachorro (Trigona spinipes)
4.5.8. Formigas (Saúvas, Quenquém)
4.6. Doenças e seu Controle
4.6.1. Oídio - Sphaeroteca pannosa
4.6.2. Míldio - Peronospora sparsa
4.6.3. Ferrugem - Phragmidium mucronatum
4.6.4. Botrytis ou mofo dos botões - Botrytis cinerea
4.6.5. Pinta Preta - Diplocarpon rosae
4.6.6. Agrobacteriose ou galha da roseira - A. radiobacter tumefaciens
4.6.7. Mancha de cercospora - Cercospora rosicola
4.6.8. Cancros
4.6.9. Roseliniose - Rosellinia necatrix
4.6.10. Murcha de fusarium - Fusarium oxysporum
4.6.11. Mosaico da roseira
4.6.12. Nematoides
4.7. Adubação de Manutenção ou de Cobertura
4.7.1. Uma Proposta de Solução Nutritiva para Fertirrigação de Plantas de Roseira

CAPÍTULO 5 - PODA DA ROSEIRA
5.1. Fatores Relacionados com a Poda em Roseiras
5.2. Poda de Manutenção
5.3. Poda de Floração
5.4. Poda de Inverno ou de Rejuvenescimento

CAPÍTULO 6 - COLHEITA E CONSERVAÇÃO DE BOTÕES DE ROSAS
6.1. Aspectos Pré-colheita e Colheita que Afetam a Longevidade das Flores Cortadas
6.1.1. Nutrição da planta
6.1.2. Estádio de desenvolvimento da flor na colheita
6.2. Aspectos Fisiológicos que Afetam a Vida Pós-colheita das Flores Cortadas
6.2.1. Respiração
6.2.2. Etileno
6.2.3. Temperatura
6.2.4. Luz
6.2.5. Interação luz e temperatura
6.2.6. Relações hídricas
6.2.7. Abscisão
6.3. Tratamentos para Favorecimento da Abertura e da Vida Pós-colheita das Flores
6.3.1. Soluções para Manutenção da Vida das Flores
6.3.2 Armazenamento
6.4. Colheita, Classificação, Embalagem e Armazenamento das Hastes Florais de Rosa
6.4.1. Colheita
6.4.2. Classificação
6.4.3. Embalagem
6.4.4. Transporte
6.4.5. Armazenamento
6.5. Soluções Conservantes ou de Manutenção de Botões de Rosa
6.6. Longevidade Pós-produção de Rosas em Vaso
Autor: JOSÉ GERALDO BARBOSA
Engenheiro Agrônomo pela Universidade Federal de Viçosa - UFV (1977), Mestre em Genética e Melhoramento pela UFV (1980) e Doutor em Horticultura pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS (1996). É Professor Titular da Universidade Federal de Viçosa. Atua como orientador em nível de IC, MS e DS em flores de corte (roseira, crisântemo, lírio, gérbera e gladíolo) nas áreas de propagação, nutrição mineral e cultivo hidropônico, substratos, fisiologia e manejo pós-colheita, e fisiologia do florescimento. Quanto à produção científica publicou centenas de artigos em periódicos internacionais e nacionais e vários livros/capítulos de livros. No âmbito das atividades de Extensão, foi Vice-presidente da Sociedade Brasileira de Floricultura e Plantas Ornamentais - SBFPO, ministra cursos e participa de eventos e de atendimento a produtores. Quanto às atividades administrativas, foi Chefe do Departamento de Fitotecnia da UFV nos períodos de 2000 a 2004 e de dezembro de 2008 a março de 2012. É Membro Associado da ISHS - International Society for Horticultural Science e da SBFPO - Sociedade Brasileira de Floricultura e Plantas Ornamentais.

JOSÉ ANTONIO SARAIVA GROSSI
Professor Associado IV da Universidade Federal de Viçosa - UFV, é Engenheiro Agrônomo, UFV (1990), Mestre em Fitotecnia, UFV (1993) e PhD em Horticultura, Texas University (2001).

FERNANDO LUIZ FINGER
Professor Titular da Universidade Federal de Viçosa - UFV, é Engenheiro Agrônomo, Universidade Federal de Pelotas - UFPel (1982), Mestre em Fisiologia Vegetal, UFV (1986) e PhD em Horticultura, Ohio State University (1993).

JOÃO MIRANDA DOS SANTOS
Pesquisador do Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural - Incaper - ES, é Engenheiro Agrônomo, UFV (1985), Mestre em Fitotecnia, UFV (2001) e Doutor em Fitotecnia, UFV (2001).
Editora: Aprenda Fácil Editora
ISBN: 978-85-8366-060-6
Impressão: Capa colorida e figuras coloridas. Formato do livro: 16 x 23 cm.
Número de Páginas: 227

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