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Livro Manual de Pastagem - Formação, Manejo e Recuperação

 Manual de Pastagem - Formação, Manejo e Recuperação Código: 1350 
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Este livro é direcionado ao empresário rural, estudante ou, mesmo, ao apaixonado por forrageiras. Ele ensina "como produzir mais, com melhor qualidade e, ainda, com um custo compatível aos padrões internacionais". Em outras palavras, ensina, "como fazer" para se obter uma pastagem de qualidade e que não se degrade.

O autor procurou, juntamente com os co-autores, transmitir as informações da forma mais simples possível, para que todos tenham condições de entendê-las, assimilando-as e aplicando as tecnologias descritas.

Aqui você encontrará diversos assuntos relativos à Pastagem, como: a pecuária de corte e de leite no Brasil; a necessidade do conhecimento da propriedade (solo, água etc.); o que é mais interessante: formar ou reformar a pastagem?; diversas gramíneas existentes e o que plantar; tipos de leguminosas; plantio (implementos, condições, tipos de sementes etc.); manejo adequado; manejo de plantas daninhas em pastagens; comportamento e necessidades dos animais no pasto; intensificação da pecuária; nutrição e adubação de pastagens forrageiras; suplementação (silagem, cana-de-açúcar e capineiras); usuais pragas das pastagens; e integração do meio ambiente com a propriedade rural.

No último capítulo, "Buscando ser um empresário da pecuária", você encontrará algumas informações sobre a importância da mudança de comportamento e atitudes, bem como algumas dicas para você atingir suas metas rumo ao sucesso!
Você encontrará, também, informações técnicas sobre as novas GRAMÍNEAS EM LANÇAMENTO pela EMBRAPA e, também, sobre os novos HERBICIDAS para Pastagem.
Bom proveito!
Apresentação
Dedicatória
Autor

Capítulo I
Introdução
1.1 A pecuária no mundo globalizado

Capítulo II
A pecuária de corte no Brasil
2.1 Introdução à pecuária
2.2 Rebanho
2.3 Área destinada à produção
2.4 Abate e produção
2.5 Alimentação
2.6 Índices zootécnicos
2.7 Exportações
2.8 Mercado interno
2.9 Cadeia
2.10 Considerações finais

Capítulo III
A pecuária de leite no Brasil
3.1 Introdução à pecuária de leite
3.2 A produção de leite
3.2.1 Principais estados produtores
3.2.2 Setor produtivo
3.3 Comercialização
3.4 Maiores laticínios
3.5 Mercado interno
3.6 Mercado externo
3.7 Considerações finais

Capítulo IV
Conhecendo a Propriedade
4.1 Análises de solo
4.2 Verificações das camadas de compactação
4.3 Comportamentos da água da chuva no pasto
4.4 Trincheiras
4.5 Monitoramentos de erosões já existentes
4.6 Monitoramentos do comportamento do capim
4.7 Não existe mágica no solo

Capítulo V
Formar ou recuperar uma pastagem?
5.1 Quando tomar a decisão de formar ou recuperar

Capítulo VI
Formação ou reforma de pastagem
6.1 Calagem
6.2 Preparo do solo
6.3 Conservação do solo
6.3.1 Preparo de solo em áreas de morro
6.3.2 O uso do fogo no preparo do solo

Capítulo VII
O que plantar?
7.1 Brachiaria decumbens
7.2 Brachiaria brizantha
7.3 Brachiaria humidicola
7.4 Brachiaria ruziziensis
7.5 Brachiaria humidicola cv llanera
7.6 Brachiaria tanner grass
7.7 Brachiaria mutica
7.8 Brachiaria brizantha mg 4
7.9 Brachiaria brizantha xaraés
7.10 Brachiaria hibrida cv mulato
7.11 Brachiaria mutica x brachiaria arrecta
7.12. Colonião cana branca
7.13 Colonião cana roxa
7.14 Colonião tanzânia
7.15 Colonião mombaça
7.16 Colonião aruana
7.17 colonião áries
7.18 Colonião atlas
7.19 Colonião massai
7.20. Andropogon
7.21. Jaraguá
7.22 Buffel grass
7.23 Pensacola
7.24 Rhodes
7.25. Setária
7.26 Pojuca
7.27 Capim gordura
7.28 Estrela africana roxa
7.29 Coast-cross
7.30 Tífton 68
7.31 Tífton 85
7.32 Florakirk
7.33 Capim elefante
7.34 Milheto
7.35 Sorgo
7.35.1 Sorgo forrageiro
7.35.2 Sorgo de duplo propósito
7.35.3 Sorgo para pastejo
7.35.4 Sorgo granífero
7.36. Novas cultivares a serem lançadas no ano 2006/2007 pela embrapa
7.36.1 Brachiaria brizantha
7.36.2 brachiaria humidicula

Capítulo VIII
Leguminosas
8.1 Soja perene
8.2 Calopogônio
8.3 Feijão guandu
8.4 Leucena
8.5 Puerária
8.6 Amendoim forrageiro
8.7 Estilosantes
8.8 Escarificação em leguminosas

Capítulo IX
Plantio
9.1 dos implementos a serem usados
9.2 Condições de plantio
9.2.1 Plantio em condições ideais
9.2.2 Plantio em condições médias
9.2.3 Plantio em condições adversas
9.3 Semente, um assunto que requer cuidado
9.3.1 Introdução a sementes
9.3.9 Mercado de sementes de gramíneas forrageira
9.3.10 Aquisição de sementes
9.3.11 Amostragem
9.3.12 Teste de avaliação
9.3.13 Transporte e armazenamento
9.3.14 Resumo
9.4 Como regular uma esparramadeira
9.5 Material inerte usado no plantio (veículo)
9.6 Da profundidade de plantio
9.7 Tempo de germinação
9.8 Cobertura após a semeadura
9.9 Quantidade de sementes distribuídas
9.10 Momento do primeiro pastejo

Capítulo X
Manejo
10.1 O que vem a ser o manejo?
10.2 Partes da planta ou gramínea forrageira
10.3 Outras partes importantes
10.4 Comportamento da planta após o pastejo
9.8 Cobertura após a semeadura
9.9 Quantidade de sementes distribuídas
9.10 Momento do primeiro pastejo

Capítulo X
Manejo
10.1 O que vem a ser o manejo?
10.2 Partes da planta ou gramínea forrageira
10.3 Outras partes importantes
10.4 Comportamento da planta após o pastejo
10.4.1 1 A situação (manejo ideal)
10.4.2 2 A situação (mau manejo)
10.4.3 Outras considerações sobre o manejo

Capítulo XI
Manejo de plantas daninhas em pastagens
11.1 Introdução ao controle de plantas daninhas
11.2 Problemas causados pelas plantas daninhas em pastagens
11.2.1 Competição por espaço
11.2.2 Competição por luz
11.2.3 Competição por água e nutrientes
11.2.4 Queda real da capacidade de suporte por área
11.2.5 Aumento do tempo para a formação das pastagens
11.2.6 Ambiente propício ao desenvolvimento de parasitas externos
11.2.7 Ferimento nos animais
11.2.8 Envenenamento por plantas tóxicas
11.2.9 Riscos de erosão
11.2.10 Comprometimento da estética da fazenda
11.3 Métodos de controle de plantas daninhas em pastagens
11.3.1 Controle cultural
11.2.6 Ambiente propício ao desenvolvimento de parasitas externos
11.2.7 Ferimento nos animais
11.2.8 Envenenamento por plantas tóxicas
11.2.9 Riscos de erosão
11.2.10 Comprometimento da estética da fazenda
11.3 Métodos de controle de plantas daninhas em pastagens
11.3.1 Controle cultural
11.3.2 Fogo
11.3.3 Controle manual com o uso de enxadão (arranquio)
11.3.4 Controle manual com o uso de foice (roçada manual)
11.3.5 Controle mecânico com o uso de roçadeiras (hidráulicas ou de arrasto)
11.4 Controle químico
11.4.1 Métodos de aplicação
11.4.2 Situações de uso de herbicidas em pastagens
11.2.6 Ambiente propício ao desenvolvimento de parasitas externos
11.2.7 Ferimento nos animais
11.2.8 Envenenamento por plantas tóxicas
11.2.9 Riscos de erosão
11.2.10 Comprometimento da estética da fazenda
11.3 Métodos de controle de plantas daninhas em pastagens
11.3.1 Controle cultural
11.3.2 fogo
11.3.3 Controle manual com o uso de enxadão (arranquio)
11.3.4 Controle manual com o uso de foice (roçada manual)
11.3.5 Controle mecânico com o uso de roçadeiras (hidráulicas ou de arrasto)
11.4 Controle químico
11.4.1 Métodos de aplicação
11.4.2 Situações de uso de herbicidas em pastagens
11.5 Herbicidas mais utilizados em pastagens no brasil
11.2.6 Ambiente propício ao desenvolvimento de parasitas externos
11.2.7 Ferimento nos animais
11.2.8 Envenenamento por plantas tóxicas
11.2.9 Riscos de erosão
11.2.10 Comprometimento da estética da fazenda
11.3 Métodos de controle de plantas daninhas em pastagens
11.3.1 Controle cultural
11.3.2 Fogo
11.3.3 Controle manual com o uso de enxadão (arranquio)
11.3.4 Controle manual com o uso de foice (roçada manual)
11.3.5 Controle mecânico com o uso de roçadeiras (hidráulicas ou de arrasto)
11.4 Controles químicos
11.4.1 Métodos de aplicação
11.4.2 Situações de uso de herbicidas em pastagens
11.5 Herbicidas mais utilizados em pastagens no brasil

Capítulo XII
Comportamento e necessidades dos animais a pasto
12.1 Condições ideais para as pastagens
12.2 Componentes dos currais
12.3 Mineralização ideal
12.4 O tamanho ideal da pastagem
12.5 Formato do piquete
12.6 Área de lazer

Capítulo XIII
Intensificação da pecuária
13.1 Em que consiste um sistema rotacionado
13.1.1 Área de lazer
13.1.2 Corredor principal
13.1.3 Corredor secundário
13.2 Formato do piquete
13.3 Pasto pulmão
13.4 Capacidade de suporte nas diferentes épocas do ano
13.5 Suplementação na seca
13.6 Sistema rotacionado em morro

Capítulo XIV
Nutrição e adubação de pastagens forrageiras
14.1 Conceito de adubação
14.2 Nutrição mineral da planta forrageira
14.2.1 Elementos exigidos (o quê?)
14.2.2 Quantidades necessárias (quanto?)
14.2.3 Quando e como fornecer os nutrientes
14.3 Manejo químico do solo
14.3.1 Calagem
14.3.2 Gessagem
14.3.3 Adubação fosfatada
14.3.4 Adubação e manejo de nitrogenados em pastagens
14.3.5 Adubação potássica
14.3.6 Uso do enxofre nas pastagens
14.3.7 Micronutrientes
14.1 Conceito de adubação
14.2 Nutrição mineral da planta forrageira
14.2.1 Elementos exigidos (o quê?)
14.2.2 Quantidades necessárias (quanto?)
14.2.3 Quando e como fornecer os nutrientes
14.3 Manejo químico do solo
14.3.1Calagem
14.3.2 Gessagem
14.3.3 Adubação fosfatada
14.3.4 Adubação e manejo de nitrogenados em pastagens
14.3.5 Adubação potássica
14.3.6 Uso do enxofre nas pastagens
14.3.7 Micronutrientes
14.4 Conclusão

Capítulo XV
Suplementação
15.1 Silagem
15.2 Silagens de grãos úmidos
15.3 Silagens de cana
15.4 Cana-de-açúcar
15.3 Capineiras

Capítulo XVI
Pragas das Pastagens
16.1 Cigarrinhas
16.2 Cupins
16.3 Formiga
16.4 Lagartas
16.5 Percevejos castanho - scaptocoris castanea
16.6 Gafanhotos - rhammatocerus sp

Capítulo XVII
A integração do meio ambiente com a propriedade rural
17.1 Controles de erosão
17.2 Matas ciliares
17.3 Áreas de preservação permanente
17.4. Reservas permanentes
17.5 Queimadas nas pastagens
17.6 Recuperações de nascentes e adequação para o seu uso na pecuária
17.7 Sombreamentos dos pastos

Capítulo XVIII
Buscando ser um empresário da pecuária

Bibliografia

Autor: Wagner Pires et al. Engenheiro Agrônomo e renomado Consultor

Editora: Aprenda Fácil Editora

Número de Páginas: 302

Impressão: Capa colorida, tabelas, fotos coloridas.

ISBN:85-7630-028-1


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